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11.3.22

O olho do seu gato tremelica?

Eu achava que Guda era uma gata sem foco. Sempre que me encara, seus farolões se põem a mexer rapidinho, como se não conseguissem decidir em qual parte do rosto se fixar. Até que a querida Vanessa Almeida mandou no nosso grupo de apoiadores este vídeo gringo sobre nistagmo (nystagmus).


Trata-se do movimento acelerado e involuntário dos olhos, que pode se dar de um lado para o outro (horizontal), de cima para baixo (vertical) ou em círculos — e descobri, surpreendentemente, que também tenho, pois meu irmão vivia perguntando por que eu espiava seu trabalho quando a gente dividia o escritório. Juro que não percebia as escapadelas!

Há pouquíssimo material em português sobre gatos, inclusive. Nistagmo pode ser consequência de outras doenças, como inflamação do ouvido interno, mas vou me ater à versão congênita, comum em siameses — ou "sialatas", rs. E que, apesar de incurável, raramente afeta a qualidade de vida dos bichanos.

Na Guda, noto apenas uma leve dificuldade com profundidade, porque a criatura vira e mexe enfia o focinho na água antes de beber. Alguns peludos podem apresentar desequilíbrio e sensibilidade a lugares claros. E o gatinho do vídeo se embanana na hora de caçar. Na dúvida, converse com seu veterinário. :)

Tentei filmar a figura em ação, mas com o celular entre nós os olhos mexem bem mais discretamente.

10.3.22

Eu sabia que os gatos ainda me deixariam rica!

Já diziam os distorcedores de sabedoria milenar chinesa que crise é oportunidade. E, enquanto Leo tinha a mobilidade reduzida por causa do tornozelo quebrado e eu acumulava funções, Guda descobriu o prazer de rolar no pé engessado e se esfregar nas muletas em movimento — tornando a vida de todos os envolvidos ainda mais desafiadora.

O próximo passo (com muita fisioterapia) é abrir uma startup!

4.3.22

Polêmica: você clonaria seu gato?

Mercvrivs é, sem espaço para dúvida, uma das coisas mais importantes da minha existência — amor, família, projeto de mundo melhor em forma de gato. Cada aniversário dele, desde 2018, me divide ao meio: a metade que comemora quão longe nós chegamos juntos e a metade que nota o tempo acabando nos quilos perdidos. 16 anos!

A ideia da clonagem apela justamente à nossa dificuldade com despedidas. Mas envolve questões delicadas — supondo que você tenha US$ 35 mil (sim, dólares), o que definitivamente não é meu caso, mesmo vendendo a casa, rs. Parece justo explorar outros animais para, depois de várias gestações (e filhotes, num mundo já tingido pelo abandono), parir o clone "perfeito"?

E o que constitui um indivíduo? Apenas moléculas de DNA? Nada de alma, espírito, costela de Adão? Onde entram as experiências vividas? Se eu adotasse Mercv hoje, com a bagagem de dezenas de resgates (e cicatrizes pelas perdas), ele seria o mesmo gato daquela Beatriz que nem sabia que gostava de gatos? Não fomos nós criando um ao outro na jornada?

O especialista em comportamento felino Jackson Galaxy conta em seu vídeo, inclusive, que Snuppy, cachorro clonado em 2005, morreu exatamente do mesmo câncer que o original. Você faria um ser amado passar por isso duas vezes? Quando fecho os olhos e lembro da Clara ou do Simba, grito mudo — de jeito nenhum!

Atravessar o luto dói, eu sei. Mas nos mantêm íntegros.

2.3.22

Imagens exclusivas do carnaval de Gatoca!

Pimenta de ressaca.


Chocolate de ressaca.


Mercvrivs de ressaca.


E eu tentando trabalhar.

25.2.22

Pensando em trocar gato por vaca...

Com o Leo de tornozelo quebrado, o mato do nosso terreno atingiu proporções nunca dantes vistas. E foi ficando cada vez mais difícil regar as plantas (ou encontrá-las para regar), almoçar rúcula, entrar e sair de casa. Eu até me aventurei a estrear o cortador de grama, recebido no dia em que ele caiu no buraco (literalmente).


Mas levei três horas para carpir só a parte da frente do lote — o gatil, onde a Keka está, parece brazilian wax perto do resto. Resolvi, então, criar um jogo de tabuleiro em tamanho real, abrindo um novo caminho por dia até os lugares onde precisaria ir.


E tenho calculado as vantagens e desvantagens de trocar os oito bigodes por uma vaca.


Tudo isso para explicar que o Gramado da Fama neste mês está mais para Matagal da Fama. Mas ainda dá para ver a gata e a plaquinha da Elaigne Rodrigues, né? — apoiadora nova do Gatoca e tutora do Léo, da Mya e do Louis, um cachorrinho que ganha bolo com nome de aniversário. ❤️


Quer se juntar aos despioradores de mundo e participar do melhor grupo do WhatsApp? Clica e vem — tem outras recompensas! O financiamento coletivo me permite investir em projetos alternativos, como a série sobre O Encantador de Gatos (primeiro capítulo aqui), e o futuro jogo de tabuleiro para crianças — acabei de fazer um curso com os queridos do Zebra 5!

Obrigada por não me deixarem acreditando sozinha, Adrina Barth, Alice Gap, Itacira Ociama, Regina Haagen, Renata Godoy, Leonardo Eichinger, Irene Icimoto, Tati Pagamisse, Roberta Herrera, Vanessa Araújo, Dani Cavalcanti, Samanta Ebling, Bárbara Santos, Marina Kater, Sonia Oliveira, Danilo Régis, Marcelo Verdegay, Patrícia Urbano, Fernanda Leite Barreto, Bárbara Toledo, Solimar Grande, Aline Silpe, Lucia Mesquita, Michele Strohschein, Ana Fukui, Marilene Eichinger, Guiga Müller, Sérgio Amorim...

...Gatinhos da Família F., Luca Rischbieter, Rosana Rios, Lilian Gladys de Carvalho, Regina Hein, Paula Melo, Paulo André Munhoz, Marianna Ulbrik, Cristina Rebouças, Lorena da Fonseca, Amanda Midori, Karine de Cabedelo, Michely Nishimura, Ana Paula de Vilas Boas, Danilo, Klay Kopavnick, Glaucia Almeida e Ana Cris Rosa, Ana Hilda Costa, Liam Paim, Márcia Mentz, Carmen Lucia Aguiar, Elisângela Dias, Amanda Herrera, Ivoneide Rodrigues, Melissa Menegolo, Vanessa Almeida, Vivian Vano e Maria Beatriz Ribeiro!

18.2.22

Pufosa inventou o chiclete de dente!

Pensem no barulho de ossos sendo mastigados. Agora imaginem uma gata fazendo esse som com os dentes, a mandíbula ou os dois junto. Foi assim que Pufosa e eu paramos no raio-x — ela tentando se esconder da veterinária camuflada de esqueleto, embora ainda sobrassem uns quilinhos, e eu brincando de guerreira medieval (ou monge franciscano?).






Apesar do sorriso branquinho, que me fez relutar em pagar o exame, as radiografias identificaram um desgaste ("presença de halo de osteólise") nas raízes de cinco dentes, dos dois lados da boca — cujo mal-estar a criatura provavelmente ameniza "coçando", em uma releitura de unha raspando na lousa.



E a gente está na torcida para resolver com remédio, porque anestesia aos (quase) 15 anos complica. A experiência de sair de casa pela primeira vez sem a mãe e as irmãs já deve ter sido tão assustadora (vídeo no story do Instagram) que ela voltou a comer bem. rs

16.2.22

Aniversariante do mês – fevereiro de 2022

Chocolate* completou 15 anos em Gatoca justo no dia em que eu dirigi 50 minutos e paguei dois pedágios para Pufosa fazer um raio-x — história que contarei no próximo post. Ainda ganhou sachê de rebarba, como recompensa do estresse sofrido pela irmã. Mas ok, porque o melhor presente que poderíamos dar a ela acho foi desembrulhado na semana anterior.

Lembram que comentei que a criatura estava me deixando louca com os urros na porta do quarto, de madrugada? Pois parece que era carência. Isso mesmo: não há prazo de validade para uma gata ranheta resolver gostar de colo aéreo, que tenho oferecido toda noite, antes de levá-la para a cesta com almofada de joaninha, e patê na colher, emprestado da Pipoca, e escovação, de leve.

Agora, a pequena se põe na estante vermelha do corredor, esperando a gente passar para cobrar atenção — um pedágio que fico bem mais feliz em pagar.


*Novelinha: Conheça a história da Chocolate

Outros aniversários: 2021 | 2020 | 2019 | 2018 | 2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010 | 2009 | 2008

11.2.22

Pancinha de gato: alerta ou gostosura?

Sabem a pelanca na barriga que alguns gatos têm, aquela que balança de um jeito engraçado quando eles correm? Ok, a quem estou querendo enganar omitindo nomes? Mercv é o rei da pancinha! Desde pequeno. Lembro até de perguntar ao veterinário como uma criatura magrela podia desfilar tamanha flacidez abdominal e a resposta foi cortante: "Genética, oras, como acontece com humanos".

Pois se a bolsa primordial não está necessariamente ligada ao excesso de peso do animal, para que serve? Trata-se de uma estratégia "3 em 1" da natureza, que permite armazenar gordura em épocas de escassez (como um extensor de mala), proteger contra ataques (tipo air bag) e fazer movimentos alongados (notem que marombados andam sempre travados).

Justamente por não precisarem mais dessa estrutura é que apenas os gatos domésticos que herdam seus genes continuam ostentando-a. Eu queimei o filme do Mercv, mas, aqui em casa, a pancinha mordível ainda domina — Jujuba, a modelo da foto, não me deixa mentir, rs. E por aí?

10.2.22

Quando o bebedouro dos gatos explodiu

Nunca duvidem da sabedoria popular de que nada está tão ruim que não possa piorar. Como se não bastasse morar há quase um ano em uma casa sem porta no banheiro, porque tomamos um golpe da empresa de contêineres, Leo conseguiu quebrar o tornozelo caindo no buraco. Literalmente.

E uma fíbula não foi suficiente para aplacar a fúria dos deuses, porque, 13 dias depois, eles levaram em sacrifício o bebedouro dos gatos. Aconteceu tudo muito rápido: a muleta desequilibrou e, em 60 m2, conseguiu acertar exatamente o bebedouro, alagando a sala e dando origem ao próximo Coringa.

4.2.22

O tempo dos gatos

Esta foto, tirada em dezembro de 2007, junta duas coisas inusitadas: filhotas mamando com 6 meses de idade e tapete em casa de gateira alérgica. Sim, caros leitores, eu revirei o baú virtual de Gatoca para acolher corações angustiados e convencer vocês de que, quando se trata de felinos, nunca é tarde demais.


E as Gudinhas não desmamaram com 6 meses, elas demoraram dois anos! Eu cheguei a separá-las da mãe, quando acreditava que doaria a ninhada (quanta ingenuidade), e a golpista da barriga voltou a produzir leite no reencontro. rs

Já Pipoca e Clara levaram uns dois anos para conviver. Nem lembro quando elas começaram a se estranhar, na verdade, só que a porta do corredor, que dividia o imóvel na metade, vivia fechada e as criaturas não podiam sobrar do mesmo lado. Até que alguém esqueceu de trancar, Mercv abriu pulando na maçaneta e, quando voltei da rua, as duas estavam deitadas na minha cama.

Keka torceu o focinho para a ração úmida por uma década. E foi convencia apenas com as latinhas da Pet Delícia, que acabou virando nossa parceira. E tem também o tempo dos afetos: Pipoca fugiu do toque por cinco anos, até chegar muito perto de morrer. Aos sete, Jujuba resolveu aceitar o carinho playcenter — aquele de passar correndo e retornar ao fim da fila. E só ronronou com 13! Outros sete anos se passaram até Chocolate enrodilhar no meu colo.

Não desistam!

Vai chegar o momento da trégua, da alimentação saudável, do amor sem medo — muitos gatinhos (e cachorros) esperam essa chance nos abrigos, aliás. ❤️

2.2.22

Gato faz cocô fora da caixa e você já tentou de tudo?

Em 2015, eu pedi dicas a gateiras mais experientes para ajudar cocôs felinos a encontrarem o caminho de volta ao banheiro. De lá para cá, foram muitos vômitos nos almofadões, catarro nas paredes e alguns xixis (de infecção urinária) pelos cantos, mas do drama do cocô continuei livre. Acontece que muita gente escreve dizendo que testou as dicas do post e o perrengue persiste.

Espero, então, que este vídeo do Jackson Galaxy, especialista em comportamento, funcione. E deixo um resumo, já que está em inglês: ele explica que, em duas décadas e meia de experiência com bichanos, sempre que fazem cocô perto do banheiro, mas não dentro, existe um desconforto impedindo a aproximação.

Pode ser, por exemplo, o tapetinho que você colocou para não espalhar areia pela casa. Ou algum problema bobo de saúde não detectado pelo veterinário, como fezes duras demais por causa da ração seca, provocando dor ao evacuar, ou diarreia, igualmente desagradável, com a substituição rápida pela alimentação úmida.

Já se o "trauma" vier pela máquina de lavar nova, como o post antigo sugeria, resolve trocar a caixa de lugar. Mas, como gatos não gostam de mudança, é importante colocar primeiro uma caixa extra (provisória) em outro cômodo e, só depois de constatado o sucesso, levar a velha. Tudo beeem devagar.

Vale um comentário/compartilhamento pela elegância com que consegui ilustrar um post sobre cocô, vai?

28.1.22

Quando a gata te deixa furiosa...

Restam duas opções: descer ao nível dela e se vingar ou transformá-la na estrela do primeiro Gramado da Fama de 2022 — o que dá praticamente na mesma, porque os bigodes odeiam minha direção de fotografia, rs. "Mas como pode uma coisa fofa dessas ter tirado alguém do sério?", talvez vocês estejam se perguntando.

Pois imaginem urros. Na porta do quarto, ao apagar a luz para dormir. Por 55 minutos, ininterruptos. E de novo, às três da madrugada, horário do cortisol que seu organismo asmático já não produz com eficiência. Pela primeira vez, em 15 anos, prendi a criatura na lavanderia — onde fica a cestinha com almofada de joaninha que ela ama. E foi justamente nela que a encontrei de manhã, curtindo a soneca dos que não se abalam.


Voltando ao assunto do post, quem entrou para o Cluboca no último mês foi minha xará Maria Beatriz Ribeiro, que encontrou no Gatoca acolhimento durante o final da doença renal da Chica — Cluboca é nosso grupo de apoiadores e o financiamento coletivo mantém esta iniciativa de pé, além de me permitir investir em projetos alternativos, como a série sobre O Encantador de Gatos (primeiro capítulo aqui, mas não deixem de olhar as outras recompensas no Catarse!).


E ela se junta aos apertáveis Adrina Barth, Alice Gap, Itacira Ociama, Regina Haagen, Renata Godoy, Leonardo Eichinger, Irene Icimoto, Tati Pagamisse, Roberta Herrera, Vanessa Araújo, Dani Cavalcanti, Samanta Ebling, Bárbara Santos, Marina Kater, Sonia Oliveira, Danilo Régis, Marcelo Verdegay, Patrícia Urbano, Fernanda Leite Barreto, Bárbara Toledo, Solimar Grande, Aline Silpe, Lucia Mesquita, Michele Strohschein, Ana Fukui, Marilene Eichinger, Guiga Müller, Sérgio Amorim...

...Gatinhos da Família F., Luca Rischbieter, Rosana Rios, Lilian Gladys de Carvalho, Regina Hein, Paula Melo, Paulo André Munhoz, Marianna Ulbrik, Cristina Rebouças, Lorena da Fonseca, Amanda Midori, Karine de Cabedelo, Michely Nishimura, Ana Paula de Vilas Boas, Danilo, Klay Kopavnick, Glaucia Almeida e Ana Cris Rosa, Ana Hilda Costa, Liam Paim, Márcia Mentz, Carmen Lucia Aguiar, Elisângela Dias, Amanda Herrera, Ivoneide Rodrigues, Melissa Menegolo, Vanessa Almeida e Vivian Vano.

Obrigada pela companhia na caminhada, gente! ❤️

27.1.22

O pesadelo dos lagartinhos!

Gostando a gente ou não, gatos são carnívoros e carnívoros caçam. Pimenta, a assassina oficial da casa, começou com baratas, evoluiu para lagartixas e terminou nos passarinhos, para minha imensa tristeza. Esses dias, eu estava cozinhando (vegetais, porque seres humanos não são carnívoros) e notei a criatura encolhida.

Quando a cabeça levantou da grama, um lagartinho (nossa lagartixa do interior) despontou tremelicante na boca. Minha estratégia involuntária, nessas horas, é gritar e se a presa for esperta, aproveita a gata atordoada para fugir. Só que o infeliz resolveu se fingir de morto, me obrigando a prender a frajola na cozinha, com esta cara de incompreensão:


Espero que os parentes não busquem vingança.

20.1.22

O mistério do ronronar dos gatos | EG #7

Sabiam que, de todos os grandes felinos, só o guepardo ronrona? É que eles possuem o hioide (um ossinho no pescoço) flexível, cordas vocais achatadas e retangulares, e um trato vocal mais longo, que permite emitir sons altos e graves com menos esforço, os temidos rugidos.

Já nossos bichanos não conseguem rugir, mas intrigam a ciência com seu motorzinho, provavelmente acionado por uma combinação do osso hioide, no caso deles firme, com as pregas vocais. Temos quase certeza, inclusive, de que se trata de reflexo, não de um movimento controlado — o cérebro manda um sinal para os músculos da laringe, que vibram as cordas vocais cerca de 25 vezes por segundo, enquanto os peludos inspiram e expiram.


A motivação para o ronronar, em geral, é positiva, lembrança de quando a mãe se valia da estratégia para manter a ninhada por perto, liberando endorfina, que ajudava tanto a criar laços quanto a ninar os pequenos. Mas o ronrom também aparece em gatos estressados, machucados e até morrendo — acredita-se que sua frequência, entre 20 e 140 Hz, se assemelha àquelas capazes de curar ferimentos e fraturas.


Há quem diga, ainda, que, usado durante a mordida letal, ele faz com que a presa entre em um estado catatônico. E muito tutor obedece direitinho aos ronrons de urgência por comida, segundo estudo de 2009, coordenado pela Dr. Karen McComb, professora de comportamento e cognição animal na Universidade de Sussex. rs

Estão curtindo a série inspirada em O Encantador de Gatos, livro do Jackson Galaxy, financiada coletivamente pelos leitores do Gatoca? Considerem se tornar apoiadores também — aqui tem um resumo das principais ações (on e offline) destes 14 anos e meio. :)


CAPÍTULO 1: Existe um canto do planeta sem gatos?
CAPÍTULO 2: A primeira gateira da história
CAPÍTULO 3: Como a humanidade se curvou aos bichanos
CAPÍTULO 4: Seu gato vem da América ou do Velho Mundo?
CAPÍTULO 5: 8 mudanças genéticas nos bichanos modernos
CAPÍTULO 6: 44 raças de gatos lindos, mas doentes
CAPÍTULO 8: O que seu amigo quer dizer?
CAPÍTULO 9: 7 posições de rabo explicadas

19.1.22

O que eu faria diferente com os gatos #2

Quem já leu três posts do Gatoca provavelmente pegou uma referência à arisquice das Gudinhas, nascidas aqui em casa — quer dizer, lá em São Bernardo. Em algum momento da infância, que não sei precisar bem quando, as pequenas foram se afastando da gente até se fechar de vez na família felina.

Isso significa que Pipoca se deixou tocar apenas aos 5 anos, porque estava morrendo. E Jujuba soltou o primeiro ronrom com 13! Se pudesse voltar no tempo, então, eu não descuidaria da socialização das meninas. Os tratamentos veterinários teriam sido mais fáceis, a mudança para o apertamento não me renderia uma escarificação no braço e a gente teria aproveitado mais.

O desafio, neste finzinho de vida delas, é multiplicar colos e carinhos. rs


Máquina do tempo: #1