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20.3.14

Escreva que eu te leio!

No arquivo deste blog, misturadas aos 837 posts, moram dezenas de histórias de transformação ― a maioria de gatos, mais de cachorros do que o espaço físico permite, uma de pomba (os passarinhos não tiveram um final feliz) e outra de rato, porque é preciso uma dose de selvageria que não me veio de fábrica para descer a vassoura em um par de olhos acuados.

Mas eu também recebo um monte de mensagens de leitores sobre as sementinhas que o Gatoca planta offline. Rosana Russo, vocês sabem, largou o ativismo de sofá e fez lar temporário para a Penélope até os bebês nascerem, quando a kitnet ficou pequena demais para oito bigodes.



Rafael Cabral, de 17 anos, usou o dinheiro da mesada para socorrer e doar três tigrinhos que foram abandonados na portaria do seu prédio ― e nem questionou a importância da castração.


Kuka Fischer adotou a Cora, a Catarina, a Godiva e a Nana Flor, e depois criou o Stray Cats - CED, um projeto de captura, esterilização e devolução de animais, geralmente ariscos.


Quem mais aí se inspirou no blog para fazer sua parte por um mundo melhor? Contem nos comentários, para incentivar mais gente a arregaçar as mangas ― e o horizonte? :)

14 comentários:

Dona Lilian disse...

Eu conheci o gatoca porque queria um gato. Até que tropecei em um na rua, o Buzz. Ele foi o começo do meu amor louco, que me faz atualmente ser mãe de 9, e eterna lar temporário de um 10o gato qualquer.
O gatoca me ensinou nas postagens a cuidar dos filhotes que me atropelam na vida real, me ensinou onde castrar de graça, qual o melhor jeito de resgatar os peludos maiores.
Inúmeras vezes perturbei vc com perguntas bestas no chat do facebook, e torci muito muito pelos bichinhos que você resgata. :]
E foi o gatoca que me apresentou o pessoal da AUG: enquanto todo mundo diz que a AUG é inacessível, que não escuta ninguém, tive oportunidade de ter várias duvidas sanadas. Porque as vezes o que gente leiga tipo eu que resgata bicho sozinha precisa não é dinheiro, é conselho. E embora eu esteja longe de ser RHYCA, de coração, sempre que eu souber que o Gatoca precisa de algo, eu estarei por aqui pra ajudar. :]
Que você continue escrevendo e ajudando, porque cada relato de resgate ajuda mais gente como eu a achar que pode fazer também.

Lelly disse...

Conheci o Gatoca quando tinha acabado de me mudar com minha esposa para São Paulo. Queríamos muito ter um companheiro para ela, já que ela ficaria sozinha o dia inteiro enquanto eu ia estudar em período integral. Fãs de gato desde sempre, nós duas sentimos que estava na hora de termos um animalzinho em nosso lar. Então entramos em contato com a Bia, essa pessoa maravilhosa que desde que entrou em nossas vidas só trouxe coisas boas! Uma dessas coisas boas foi meu filhote, o Feijão, que nomeamos de Otelo posteriormente, mas que ainda continua sendo o Feijão da tia Bia. Ele é o gato mais amoroso do mundo e, como uma boa mãe coruja, ele é o sialata de pelo longo mais lindo que já vi! Ao mesmo tempo que adotamos o Feijão/Otelo, também adotamos o Luigi. No começo eles não se gostaram muito, mas depois de uns dias já se deram muito bem e ficaram inseparáveis. Claro que nada disso teria sido feito sem a ajuda da Bia, que nos auxiliou dando conselhos sobre como juntar dois gatos (deixo aqui um agradecimento enorme pela paciência de Jó que você teve com a gente!). Algum tempo depois resgatamos a Nala em uma oficina no Ipiranga. Hoje temos três gatos maravilhosos, companheiros e que amamos muito! Muito obrigada Bia, por ter nos dado a oportunidade de ter o Feijão em nossas vidas, por sua amizade ao longo de todos esses anos e por sempre nos socorrer quando foi preciso. Não teríamos conseguido fazer tudo dar certo sem você. <3

Gabi Rowlands disse...

Eu já estava querendo um bigode desde que casei, mas o maridão ficava reticente: tinha medo de alergias, problemas comportamentais, a ‘indiferença’ dos bichanos, enfim, ele não gostava muito da ideia de adotar (comprar não faz parte do meu ser e não aceito). E por incrível que possa parecer, conheci o Gatoca por ele, que já conhecia a Bia por questões profissionais.
Foi em grande parte pela Bia que o coração dele amoleceu e pudemos adotar a Pixie, essa cheirosinha tricolor. Desse dia em diante, nasceu um gateiro com G maiúsculo. Preço de comida? Ele sabe! Areia? Manja pacas! Biscoitinhos que cada um gosta? Sempre tem!
Como uma coisa leva à outra (ok, rolou bico e chantagem de minha parte), fomos até a UIPA e adotamos o Linu, nosso frajolinha de meio–bigode que é o grudinho do pai. Onde um está, o outro está tb.... É incrível a ligação desses dois!
Agora não saio do gatoca.... não saímos, na verdade!
Beijos!

Tati disse...

Apesar de nunca ter convivido com gatos e sim com cachorros, sempre gostei dos bigodes. Através do Gatoca, pude conhecer muito mais sobre eles e me conscientizar sobre a causa animal - além de rir e me emocionar com os textos, claro. Também percebi que poderia fazer mais do que apenas ver os animais abandonados e ficar com dó dos mesmos. Quando me casei, mudei para um apartamento e trabalhava em casa, então tive certeza que era hora de dar um lar cheio de amor a um animalzinho que precisasse, e então adotamos Bolota, gata que não tinha o perfil preferido dos adotantes por ser idosa. Ela havia sofrido muitos mals tratos durante a vida e iss era estampado em seu corpo, mas também era evidente que ela não havia perdido a ternura. Ela teve um final de vida digno, vivendo em um ambiente calmo, seguro, cheio de carinho e colo disponível o dia todo. Quando bolota virou estrelinha, não havia dúvidas que poderíamos ajudar outra vida, e assim adotamos outra gata adulta, que neste exato momento repousa tranquilamente ao lado do teclado que vos escreve.
Obrigada Gatoca por abrir nossas mentes, corações e lares aos animais abandonados. Obrigada Bia por dedicar-se a este projeto especial e ainda nos dar a honra de ler seus caprichados textos - divertidos, dramáticos ou poéticos, todos eles tem um toque especial de quem nasceu para escrever. (todas choram agora, haha)

Rose disse...

Gatoca entrou na minha vida através da Folha, que às sextas-feiras publicava fotos de animais com pequenas histórias a respeito deles. Um dia, um deles era de Gatoca e eu, curiosa, fui visitar o blog. Passei a visitá-lo todos os dias e comentava usando o nick Cachorreira Militante, Louca por Gatos, que é o que sou até hoje. Quando o Marley aterrissou em Gatoca e percebi as dificuldades para conciliar um cão cheio de energia e exigências com dez gatos, além de uma pastora belga resgatada, doada, devolvida e sem lugar para ficar, entrei em contato com a Beatriz, que eu não conhecia, e ofereci-me para levar o “cãopeta” do Marley para Curitiba, onde mora sua adotante. Durante a viagem e os dois dias que ficamos em Curitiba, fui apresentada ao amor, desprendimento, abnegação e resiliência da Beatriz, além de seu senso de humor. Propus-me então a ajudar na doação da pastora belga, a Pandora, e meu empenho até rendeu um interessado que, no último momento, resolveu desistir da adoção em favor de dois poodles. Eu, que já havia sonhado, com um grande cão preto, dando patadas no portão e pedindo para entrar, resolvi que deveria adotá-la. Não foi muito difícil convencer meu marido que precisávamos de um nono cachorro e Pandora, desde o minuto zero em nossas vidas, é absolutamente apaixonada por ele. E vice-versa. Isso faz 5 anos. Depois dela vieram mais 4 cães e todos nos dão um tremendo trabalho e nos fazem imensamente felizes. Desde então, colaboro com alguns protetores quando precisam, dôo dinheiro ou ração, ou remédios. Quando a oportunidade se apresenta, castro animais de pessoas que não tem recursos para tal (a Zoonose demora tanto!), levo para fazer os exames pré-operatórios, compro os medicamentos para o pós-operatório, levo para tirar os pontos, essas coisas. Ano passado resgatei um gatinho, o Estopa, quase morto de fome e pneumonia. Foi adotado por uma querida amiga e está lindo. Levei-o para castrar há duas semanas. Não tenho envolvimento ativo com a proteção animal, mas procuro dar minha pequena contribuição quando há oportunidade e tenho condições. Aprendi com a Beatriz que é necessário reconhecer seus limites e que todos podem ajudar de alguma forma, ainda que a ajuda seja pequena.

Isis Correia disse...

Conheci Gatoca por conta do pequetitico Mercv, que era um bigodinho fofo que fazia aparições na minha webcam! O blog inspira e reforça a todos os que estão na causa ou simplesmente tem amor ou respeito pelos animais. A gente se sente mais amparado e não um ser estranho ou agindo sozinho! <3

Viviane Santa Vicca disse...

Conheci a Gatoca através do Adote um Gatinho. Eu era madrinha de uma gatinha quando as meninas da AUG enviaram um pedido para fazer lar temporário para uma mamãe e três gatinhos.Na época eu tinha uma poodle e sempre quis ter uma gatinha branca como a Marie da Disney ( sonho de criança, rsrsrs), porém tinha medo de não se adaptarem e não queria escolher, queria que ela batesse na minha porta. Foi exatamente assim que aconteceu... mesmo sem saber como era a gatinha me ofereci para fazer lar temporário, quando a Bia me mandou foto deles tive certeza que era minha Marie. Só me restava saber como seria sua convivência com minha Poodle. Eu, minha filha e a Pupi( minha poodle) nos apaixonamos pela Marie ( que era chamada de Lua pela Bia) desde cara. Já comprei coleira para ela e já começamos a chamá-la de Marie. Ela também nos adotou. A Marie e a Pupi ficaram muito amigas. Ano passado a Pupi foi para o céu e a Mrie ficou muito triste não queria comer e só chorava. Acabei adotanto um outro gatinho, o Lenin, um frajola lindo e terrível. Alguns meses depois uma amiga me deu, de presente de aniversário, uma cahorrinha, a Capitu.
Hoje tenho três anjos de 4 patas que tormam meus dias muito mais coloridos.
Sou Fã da Bia, afinal, ela me ajudou a realizar meu sonho de criança, ter minha gatinha do desenho, rsrsrs

Em busca de corpo e alma disse...

Conheci o Gatoca através de uma busca por soluções de giardia. Foi uma época complicada. Havia ocorrido o segundo incêndio no Moinho e resgates eram urgentes. Passaram alguns e Kepler ficou em casa pela tristeza de não ter ficado com Salém. A ideia não era ter mais gatos e unicamente servir de transição para os pequenos. Mesmo separados pelo banheiro da kitnet, houve a contaminação. Foi qdo meu coração se apertou por ver minha Catita que alem do pelinho tosado havia ficado doente. Catita é a minha gata mais frágil. E com uma estrela da sorte que me deixa ressabiada.Levei a veterinários do bairro e nada. Nada resolvia. Endividei-me comprando o máximo de latinha de A/d + inúmeras ampolas de probióticos, remédios e mais rações de todo o tipo para ver se a mais chatolina da casa comia. Desesperada, sem ter um vet que falasse exatamente o que estava havendo. Via Kepler e Catarina ensoparem a caixa de areia de sangue. Cacei em tudo e cheguei no Gatoca. Na luta da giardia. Com muito esforço e de muito forçar Catita a comer via seringa. Com o tempo ela foi dando resposta de melhor. Enchia a caixa de areia com sal, granulados e lavava todos os dias com Vetnil. Alimentava e limpava a casa antes de ir pro trabalho, no almoço corria pra casa a pé para alimentar e limpar a casa novamente. A noite antes do curso tb e antes de dormir a mesma coisa. Uma batalha. Mas nada me faria perder um gato em casa.Trabalhava de segunda a segunda, dormia o mesmo tanto q hoje. 4 horas. Mas não desisti. O Gatoca me ajuda como uma conselheira a distancia. A cada história, tristeza ou mesmo alegria partilhada aqui.. me faz respirar um pouco. Qdo houve o caso do resgate de uma família debaixo do viaduto, qual somente uma eu consegui resgatar. Mesmo tentando resgatar 2 gatinhos extremamente ariscos... Me deparo em um dia qq com outros bebes jogados numa floreira. Vieram pra casa. Depois de doados, fui novamente atras da família que corria risco e infelizmente. São Francisco me deixou com o coração estilhaçado. Na mesma semana tive a noticia que uma gatinha (da minha irmã) o qual conhecia desde pequena. Na verdade fui eu a busca-la. Faleceu da maneira mais trágica. A falta de telas na janela. E qdo o coração dói e a falta de esperança me aperta. Venho ler os posts, os comentários e percebo uma luz que me faz sempre ter um pacote de ração na mochila, uma garrafinha de água na bolsa. Não é as contas apertadas, o aluguel ou o pequeno lugar. O que muda na vida da gente é fazer algo. Seja sem espaço em casa, sem dinheiro pra si mesmo ou qq outra coisa. Qdo vejo pessoas aqui que por menor que seja o ato é gigante para os pequenos.
E não percam as esperanças ou desmotivem qdo alguém falar."Mas pelas crianças abandonadas ninguém faz?", ou"cuida melhor de bicho do que de gente". Sabem pq? Pq tb ajudo as Casas André Luiz, faço ajuda com sopão a moradores de rua e faço cestinhas de natal para crianças cujos os pais as deixaram. E elas nunca reclamaram de ajudar animais. Assim como os próprios voluntários destes locais. Que me disseram que pessoas sem preconceito ajudam os que precisam. Não importa a forma que tenha. Não é simplesmente dar uma esmola. è fazer a diferença. Meus parabéns ao Gatoca pelo espaço e a todos os leitores que tb fazem a diferença.

Vânia disse...

Como sempre, chorei ao ler os comentários acima...conheci o Gatoca navegando em sites de gatos, louca por eles q sempre fui. Na época tinha 2 bigodes e Gatoca me encorajou a arregaçar as mangas e ajudar aqueles q não tiveram tanta sorte como os meus. Hoje sou voluntária da ADVAC Cubatão, associação da minha cidade que realiza, com muita dificuldade, resgates, feirinhas de adoção e mutirões de castração..Minha filha de 10 anos, Camila, também participa de tudo, sofre, chora e tb se alegra comigo a cada final feliz...obrigada, Bia, vc me ensinou q precisamos olhar além dos nossos umbigos, levantar do sofá e agir...obrigada por cada postagem, cada conselho, pelas respostas às perguntas bobas q eu fiz no começo...rs Ah, e como não poderia deixar de ser, a família aqui em casa aumentou..hoje temos 6 bigodes, todos resgatados, amados incondicionalmente...

Gabriela Miyake disse...

A Bia é uma amiga antiga da minha mãe, que apesar da distância e correrias da vida, é muito querida em casa. Sempre admirei o seu trabalho com animais (e claro, o de jornalista), especialmente por ver que não tem nada que a impeça de ajudá-los, não importa quantos compromissos tenha.
Sabia disso antes mesmo de receber sua ajuda pessoalmente. Sempre amei animais, desde criança, quando salvava besouros e lagartas de serem pisados na calçada (coisa que ainda faço). Acredito que a amizade dos animais é a mais pura e sincera, e que eles merecem respeito e precisam de ajuda. Essa foi a causa que escolhi para mim.
Já resgatei alguns gatos e consegui donos para eles, quase fui expulsa de um república que morei no primeiro ano de faculdade por isso hahaha Mas valeu a pena, já que o gatinho que peguei, foi parar na casa de um antigo professor meu.
Poucos dias atrás, enquanto voltava de um curso tarde da noite, vi uma cachorrinha cheirando pelos arredores da Vila Mariana. Nunca resisto, sempre paro para fazer um carinho. Com isso, para a minha surpresa, ela me seguiu, até mesmo esperando comigo para atravessar a rua. Não tive dúvidas, chamei ela para dentro do elevador e lá estava ela roncando no meu sofá. E agora? Não podia ficar com ela lá, já que eu e meu colega de quarto moramos em Santos e voltamos para nossa cidade sempre que possível, além de nunca pararmos em casa.
Em meio a posts para arrumar uma adoção urgente, a primeira pessoa que pensei em pedir ajuda e conselhos foi a Bia, que me disse que seria mais fácil encontrar uma nova casa para a cachorrinha no litoral. Apesar dos diversos compromissos importantes que tinha no fim de semana, ela ofereceu uma carona que caiu do céu e nos levou para Santos. A coitada da cachorrinha vomitou na coitada da Bia, que ainda assim manteve o bom humor e ficou feliz em poder ajudar.
Não achei que fosse ficar com ela em casa, já que já tenho uma labradora bobona que me dá bastante trabalho. As duas se deram muito bem, a pequena pula em cima da grandona e a grandona não para de lamber a pequena. Minha mãe e minha vó, que achei que pensariam que arrumei mais uma dor de cabeça para elas, já me conhecem como impulsiva e, como também amam animais, receberam a cachorrinha com muito carinho. Agora é por aqui que ela vai ficar.
Agradeço a Bia pela grande ajuda e acredito que todos poderiam encontrar alguma forma de fazer o mesmo, de ajudar algum animal, adotando, oferecendo lar temporário, se engajando em encontrar donos, fazendo doações, ou simplesmente oferecendo um pouco de carinho. As melhores pessoas tem a percepção e a humildade de respeitar os animais de igual para igual, oferecendo um pouco de si para quem não tem voz.

Veri Gravina disse...

Srta. Gatoca, estou ficando mais velha em alguns dias e meu maridao me presenteou com dois gatinhos resgatados. Expliquei a ele a importância e a beleza de se ter dois gatinhos. Mostrei a ele o seu blog - ele não entendeu nada em português, mas as fotos e as histórias que eu divido com ele fizeram seu coração bater mais forte. Agora tenho um filho que parece o Mercv e uma filha que parece o Kiwi. Ambos abandonados, porque gente ruim tem na gringa também. Agora se sinta co-responsável por salvar duas vidas na australia. Gentileza gera gentileza. Mil beijos da Veri.

Kah disse...

Conheci o Gatoca, e a Bia, há uns quatro anos. Não sei como. Mas arrisco a dizer que não foi pesquisando sobre gatos - nunca tinha convivido com gatos e não tinha a menor vontade de ter uma relação mais madura com um.
Mas por obra do destino caí no Gatoca... As travessuras dos bigodes começaram a amolecer meu coração e eu decidi que ia dar uma chance para o mundo felino.
Uns seis meses depois da importante decisão, senti que era hora. Encontrei uma ONG, mandei um e-mail explicando minha situação (falta de experiência, filha pequena, casa) e minha vontade de adotar uma gatinha já adulta. Viu, Bia? Aprendi direitinho. rsrs Dia 21 de Julho de 2012, Fumaça chegou. E foi tão amor à primeira vista, que duas semanas depois, seguindo conselhos da Bia, Fofoca veio fazer parte da família.

Mas o Gatoca também ajudou alguns bichinhos a descolarem um Lar Temporário aqui em casa. Em Setembro de 2013, Mel e os Melados, uma família que ia voltar para rua caso não encontrasse um LT. Em Outubro de 2013 a Nicole, uma Yorkshire maltrada e com câncer. Em Julho de 2014, Belinha, uma Poodle com hérnia e piometria. E em Agosto de 2014 a Pereba, uma gatinha que foi abandonada numa feira de adoção.

Gatoca mudou vidas na Paraíba. :D

Madame X disse...

Adoro o gatoca. comecei lendo sem muito foco, só curiando. Amei todos os textos!!!
Após 2 anos pensando eternamente (kkkkkk) resolvi adotar um pretolindo de 2 meses para fazer compania pra minha Lola, filha até então única, mimada e etc.
Os posts da Beatriz incentivam a gente a seguir em frente sem desistir!
E uma dica pra quem mora em lugar pequeno: Verticalizar o espaço!

http://tinyurl.com/q6hgzro

Madame X disse...

E ah, só um complemento: como muita gente já comentou aqui, tb não tenho muita grana, tb moro numa kit e mimimi...
Mas a vontade de arrumar companhia felina pra Lola ganhou!
Obrigada pelo incentivo, Bia!