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31.1.18

Gata de cura

Conversas esotéricas geralmente me fazem bocejar. Mas eu acredito no poder dos bichanos de filtrar nossas nhacas. Há três anos, ouvi que o curandeiro da casa sempre tem o maior bigode e o da Pimenta quase forma um coração, com as pontinhas prestes a se juntar lá embaixo.

Quando a gente senta no sofá, doente, mal-humorado ou só desanimado mesmo, ela vem pertinho, encosta a cabeça na nossa, dá umas patadas e o mundo parece entrar nos eixos ― depois a criatura se põe a lamber o creme para cabelos cacheados, mas vou omitir esse detalhe para não estragar o clima do post.

4 comentários:

Anônimo disse...

Vc estava escondendo esse gato é?

Marina Kater-Calabró disse...

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

(p.s.: eu queria ter uma gata curandeira, mas as minhas só fazem as vezes de cobertor de vez em quando...)

Aninha disse...

Uma linda gata e um gatão!

Anônimo disse...

Nunca havia pensado nisto, mas minha curandeira tem mesmo uns bigodes impressionantes. Os maiores que já passaram pela casa. A xamã-gata.

Regina H