.
.

12.8.14

Fazer da queda um passo de dança

No domingo, o Gatoca completou sete anos. Eu não tive tempo de planejar a festinha tradicional nem consegui estrear o projeto que havia prometido na fanpage do Facebook ― mesmo trabalhando quatro dias inteiros no vídeo de divulgação. Comi mal, dormi pouco, briguei, fiquei doente. E percebi que não estou sendo uma pessoa bacana comigo.

Não preciso mais de mãe perguntando por que o 9 do boletim escolar não é 10. Nem de chefe jogando meus textos em bolinhas no lixo. Virei minha arqui-inimiga, sem a roupa sensual. E me lembrei da pedrinha comprada no Templo Zu Lai, cuja inscrição intitula este post. Todos nós caímos. Mas poucos sabem gingar.

Com estas linhas, arrisco os primeiros passos, ainda que fora da música ― cuidado com os pés! E, em vez de me martirizar na coxia por tudo que deu errado (mesmo que nem tudo dependesse de mim), prefiro me inspirar nos bigodes, que agem como se cada tropeçada tivesse sido cuidadosamente planejada.

Dedico este rodopio que ninguém está vendo, então, a vocês, que continuam lendo um blog que resolve hibernar por 12 dias. :*

7 comentários:

Paula Guima disse...

"tamu juntu", Bia!

Esther disse...

Bia, vc espalha coisas boas por onde passa. Seja lá o que tenha acontecido, tudo vai se ajeitar. :)

Ana Oliveira disse...

Força, que você é guerreira!

Anônimo disse...

Meu amado marido gaúcho que me fala: se perceber que vai cair, se atira de uma vez!! Força que dá certo, menina! Beijo!
Ceciliamwa

Marilia Bavaresco disse...

=)

Anônimo disse...

Vc eh uma inspiração e faz o quase ninguém tem coragem

Beatriz Levischi disse...

<3