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15.7.15

Metro quadrado supervalorizado

No inverno, vale tudo para conseguir um lugarzinho ao sol: passar a tarde no banheiro, dividir o telhado da caixa de areia com o desafeto, ser abençoado a cada enxugada de mãos.


6 comentários:

Anônimo disse...

Bea..

Como moro no sul de Santa Catarina, o frio faz com que os meus gatos fiquem mais amorosos, e o espaço na frente do aquecedor é ferozmente disputado entre bigodes e humanos.

Beijos

Joice

Em busca de corpo e alma disse...

Acho que preciso então do sol.
Em casa estou um prisoneiro na sala. Fiz um gradil de 1,20 x 1,00 com direito a caixa de areia, transporte casa, agua e 2 potinhos de comida.
No frio o prisioneiro ainda tem o aquecedor. Objetivo é ambientar o mesmo com os demais gatos.
O feliway já foi todo e a liberdade vigiada só quando coloca todos no quarto.
Acredito que o ambiente pequeno não ajuda. No entanto, virar as costas para gato todo quebrado não dá.
Aceito sugestões

Beatriz Levischi disse...

Delícia, Joice! :)

O tratamento do prisioneiro é longo, Silvia?

Em busca de corpo e alma disse...

Então....
Ele agora está com 1 mês e meio em casa. Recuperando de uma alergia que teve (não sei o que ocasionou). E escovando os dentes que sobraram (os caninos) diariamente. (tempo para recuperação total não sei. Medicação termina no final do mêS)
Tenho tentado soltar para brincar com os demais. No entanto, não está rolando.
Ele aguarda qualquer um virar de costas para avançar. Como saiu do peso pena de 900 gramas para os médios (4,8kg) acabou ganhando força.
Também tem ódio mortal de pé. Simplesmente dá aquele miado de ataque e avança.
Estou com feliway, florais, homeopatia e partindo para cromoterapia.
Fora isso é bonzinho.
Em casa o feliway mantinha pelo menos o tratado de paz na guerra fria que existe entre as meninas. Mas este gato tá dificil. :/

Beatriz Levischi disse...

Quando Jacob foi devolvido pela primeira vez, também ficou agressivo. E continuou distribuindo mordidas na segunda casa, porque passava a maior parte do dia preso no quarto. Só na terceira adoção, com direito a apartamento de varandão, é que o tigrinho relaxou. O espaço faz diferença, Silvia.

Em busca de corpo e alma disse...

É eu sei.
O jeito é aguardar que este período de crise do país passe e volte as adoções.
Torcer para que alguém se apaixone pela foto de perfil do pequeno.
Rezar para que Santo Antonio não o deixe encalhado e pra Deus que ilumine as cabeça das pessoas para castrar e não abandonar. :/
O jeito é encher a casa de gataria para o bem estar da nação. rs